Disaster recovery plan: afinal, qual é a sua importância?

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O dia a dia de uma empresa pode ser afetado por vários contratempos. No seu trabalho, gestores precisam lidar com todos esses desafios e criar estratégias para que eles sejam contornados rapidamente. Uma das principais é o disaster recovery plan.

Esse plano é aplicável a uma série de processos e projetos internos, dando ao empreendimento a capacidade de planejar-se com antecedência para responder a falhas no funcionamento de equipamentos, indisponibilidade de recursos ou mesmo problemas com a prestação de serviços de parceiros estratégicos.

Quando é bem implementado, o disaster recovery plan permite que o negócio se mantenha operacional por mais tempo e contorne imprevistos com agilidade. Se você quer saber mais sobre ele, a sua importância e os benefícios, continue lendo o nosso post de hoje!

O que é um disaster recovery plan

Também chamado de plano de recuperação de desastres (ou plano de contingência), o disaster recovery plan é uma documentação que permite ao negócio se preparar com antecedência para enfrentar diversos contratempos, como falhas de hardware, quedas de serviços e o não cumprimento de contratos de prestação de serviços.

Em outras palavras, o disaster recovery plan é uma ferramenta para que a empresa seja capaz de reduzir os danos causados por imprevistos e, assim, manter-se eficiente independentemente do que está acontecendo em sua cadeia operacional.

Principais benefícios de um disaster recovery plan

O uso do disaster recovery plan pode trazer várias vantagens para o negócio. A empresa conseguirá planejar com maior precisão as suas ações e terá uma capacidade maior de reagir a falhas. Dessa forma, riscos são reduzidos e a entrega de produtos é feita sempre dentro dos prazos, assim como a finalização de projetos.

1. Maior visualização dos riscos de um projeto

Projetos corporativos envolvem uma série de fatores. Os parceiros contratados, as matérias-primas utilizadas, as ferramentas disponibilizadas para os profissionais e as pessoas responsáveis pela execução das tarefas são apenas alguns deles. E, caso algum problema ocorra em uma das extremidades da iniciativa, o número de pontos que podem ser afetados é alto.

Por meio do disaster recovery plan, a companhia terá um mapeamento prévio de todas as dificuldades que poderiam interferir no sucesso de um projeto. Dessa forma, as medidas corretivas serão planejadas com antecedência. Em caso de problemas, essa providência evita que os profissionais tenham dificuldades para solucioná-los.

2. Possibilidade de agir com maior eficiência em caso de falhas

Por ser um plano baseado no levantamento de todos as adversidades que podem afetar uma empresa, o disaster recovery plan facilita a resposta a falhas.

Se um funcionário cometer um erro em uma etapa crítica, por exemplo, o disaster recovery plan já terá delimitado previamente as medidas para a resolução do problema. Ao mesmo tempo, caso um equipamento deixe de funcionar, o plano de recuperação de desastres tornará mais ágil e preciso o processo de troca ou reparo.

3. Foco em uma atuação estratégica do projeto

Com o disaster recovery plan, a empresa terá mais segurança para direcionar todos os seus esforços para a execução de projetos e processos relacionados ao core business do negócio. Gestores terão a tranquilidade de que cada um dos profissionais estará preparado para atuar rapidamente em uma situação de riscos.

Se um software não apresentar o desempenho esperado, as atividades principais do projeto não serão interrompidas por um período muito grande. Rapidamente, o time técnico poderá entrar em ação para restaurar o funcionamento da ferramenta, mantendo o time totalmente operacional.

Como o disaster recovery plan pode ser implementado?

implementação de um plano de recuperação de desastres envolverá todos os profissionais, prestadores de serviços e uma análise crítica dos procedimentos da empresa. Dessa forma, o gestor é capaz de identificar os possíveis problemas que surgirão durante um projeto e planejar, previamente, todas as medidas a serem tomadas.

O primeiro passo é levantar informações sobre todos os eventos que podem ocorrer durante um projeto e mapear os que seriam capazes de afetar negativamente a eficiência das rotinas internas.

Assim, a empresa consegue ter um foco maior nas medidas que serão planejadas no plano de recuperação de desastres para sanar problemas.

Cada risco deve ser identificado e o seu impacto avaliado. As vulnerabilidades são capazes de afetar o empreendimento de inúmeras formas. Portanto, saiba classificar cada uma a partir do tipo (e o tamanho) do prejuízo que ocorrerá se o negócio não retomar as suas atividades com agilidade e precisão.

Nesse cenário, a empresa pode utilizar o RTO (Recovery Time Objective, ou tempo objetivo de recuperação, em uma tradução livre) para avaliar quais são as partes mais importantes do projeto.

O RTO é o tempo máximo que a empresa pode esperar até que um serviço seja restaurado sem que ocorram grandes prejuízos. A interrupção de algumas atividades, por exemplo, pode não causar um grande impacto na rotina da empresa, permitindo que a sua recuperação seja feita com menor prioridade.

Durante essa etapa, uma estratégia interessante é verificar documentações antigas em busca de dados sobre os problemas enfrentados previamente pela empresa. Avalie quais medidas foram tomadas e, caso julgue necessário, insira as mais relevantes no plano de recuperação de desastres.

Todas as soluções precisam ser testadas. Simule ambientes em que uma falha aconteça para avaliar se os times estão prontos para atuar de forma estratégica, identificando a origem da ocorrência e aplicando as providências necessárias para a retomada das operações rapidamente.

Por fim, sempre que surgirem mudanças, a empresa deve revisar o seu plano de recuperação de desastres. A documentação precisa ter a sua eficácia avaliada regularmente, dando aos gestores a capacidade de identificar se existem medidas mais eficazes que possam ser elaboradas.

Não se esqueça de manter o disaster recovery plan acessível a todos. Se uma pessoa estiver ausente na hora de uma crise, outros colaboradores poderão aplicar as correções com rapidez, impedindo que os prejuízos sejam elevados.

 

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