7 boas práticas para gestão de infraestrutura em TI

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Cada vez mais, é exigido que o setor de TI das empresas ofereça condições para atendimento às demandas de outras áreas. Mais que isso, que promova e implemente medidas capazes de garantir o bom desempenho da organização como um todo. Para alcançar esses objetivos, é essencial a boa gestão de infraestrutura em TI, como forma de maximizar o investimento realizado em tecnologia e proporcionar o retorno desejado.

Mas você sabe como gerenciar essa infraestrutura da melhor maneira? Neste post, vamos enumerar uma série de estratégias que podem ser adotadas para ajudá-lo nesse sentido. São dicas que vão melhorar aspectos relacionados à segurança da informação, redução de custos, melhoria do fluxo de informações e eficiência da TI de forma geral. Boa leitura!

1. Revisão da infraestrutura atual

Se o gestor pretende reduzir custos e otimizar a infraestrutura de TI, o primeiro passo, inevitavelmente, passa por uma análise detalhada do que possui atualmente. Compreender o cenário presente é a melhor forma para identificar oportunidades de melhoria e eventuais gargalos de produtividade ou segurança.

Para o efeito, especifique claramente as demandas da empresa no tocante à tecnologia — incluindo a previsão para projetos futuros, quando possível — e efetue uma análise crítica dos recursos que dispõe. A infraestrutura oferecida atende aos requisitos que a empresa busca? Terá capacidade para suportar cargas adicionais de produção?

Uma ajuda para realização desse diagnóstico pode vir de empresas especializadas no processo, que contam com ferramentas próprias e adequadas para o levantamento de métricas e indicadores que vão permitir uma visão completa do negócio. Além disso, trata-se de uma visão externa e não “contaminada” pelo hábito e rotina de trabalho.

2. Planejamento estratégico do setor

Não há como pensar em otimização de desempenho sem um planejamento bem realizado. Além da relevância no que diz respeito à prevenção de erros, esse processo oferece caminhos para a resolução de incidentes que possam impactar nos serviços de tecnologia da organização.

Além disso, o planejamento promove condições para que o gestor de TI justifique suas ações, assim como a relação direta entre o investimento realizado e os resultados esperados. Por fim, proporciona meios de visualizar cenários futuros, auxiliando na tomada estratégica de decisão.

Naturalmente, o planejamento deve ser realizado a partir de métodos que possibilitem atingir os objetivos a que se propõe. Nesse sentido, a proposição de métricas realistas pode ajudar a definir metas que sejam viáveis e possíveis de atender. De forma análoga, empregar estimativas de cálculo do retorno sobre o investimento — ROI, da sigla em inglês — pode fornecer indicadores sobre a viabilidade da aplicação de recursos em determinado projeto e ajudar na definição do planejamento.

3. Boa gestão de ativos

O parque tecnológico se tornou, praticamente, o “coração” da empresa. Mesmo que a atividade final não esteja diretamente relacionada com TI, é inevitável que o bom funcionamento do setor tenha impacto direto nos resultados da organização.

Não se pode conceber, por exemplo, o descumprimento de prazos ou diminuição de produtividade ocasionados por falha ou desempenho insatisfatório de equipamentos e sistemas de TI. É essencial que os ativos de tecnologia possam apresentar resposta adequada às requisições no que refere-se à agilidade, confiabilidade e disponibilidade dos recursos necessários.

Para garantir a eficiência dos ativos, o gestor deve determinar rotinas para manutenção periódica de sistemas e equipamentos. Não se trata apenas de agir em caso de falhas ou riscos iminentes, mas de efetuar ações regulares para otimização de configurações e revisão do conjunto.

Outra dica valiosa nesse sentido é planejar uma programação de investimentos periódicos em hardware e software, de modo a reduzir o impacto financeiro de uma aquisição de grande porte e diluir o custo operacional.

4. Outsourcing de TI

A terceirização é um procedimento que pode ampliar a eficácia operacional da empresa, na medida em que permite que os colaboradores invistam tempo e esforços em atividades que exigem discernimento intelectual e nas quais podem ser melhor aproveitados.

Esse raciocínio vale também para a área de TI, que pode fazer uso dos benefícios oferecidos pelo outsourcing a seu favor. Via de regra, empresas especializadas em terceirização oferecem serviços com investimento menor do que se realizados internamente.

Não estamos falando aqui, como é óbvio, de atividades críticas e estratégicas para a instituição, mas de tarefas operacionais ou extremamente especializadas que podem ser executadas por terceiros especialmente contratados para esse fim.

5. Mapeamento constante de riscos

O emprego de recursos tecnológicos tornou-se mais amplo nos últimos anos — e as ameaças digitais cresceram na mesma proporção. Assim é que as empresas foram forçadas, cada vez mais, a adotar medidas de prevenção a ataques, bem como de recuperação das informações em caso de danos.

Manter em segurança os ativos de TI é um pressuposto básico na gestão de infraestrutura do setor. Para o efeito, cabe ao gestor definir rotinas que mitiguem riscos e ampliem a segurança corporativa.

É importante, ainda que não suficiente de maneira isolada, criar uma política de segurança da informação. Adicionalmente, essa estratégia deve englobar um plano de Disaster Recovery, definindo ações claras e práticas que serão executadas em caso de falhas que afetem a TI, reduzindo eventuais tempos de parada e os prejuízos ao negócio. Investir em treinamento dos colaboradores e em uma cultura de segurança digital na organização também é uma medida que mostra bons resultados.

A ideia é oferecer proteção adequada aos dados armazenados, às transações e aos projetos internos, objetivo que pode ser alcançado com dedicação adequada aos aspectos de segurança digital. O investimento deve ser pensado de forma abrangente, de modo que reduza as vulnerabilidades ao tempo em que ampliam o controle do ambiente.

6. Verificação de custos operacionais

Existem despesas que costumam receber pouca importância dos gestores, de forma geral. Itens como energia elétrica, telefonia e comunicação de dados, por exemplo, dificilmente são tratados como oportunidades para redução de gastos e consequente aplicação em outros projetos.

A verdade é que, quando considerados em conjunto, essas despesas representam uma fatia considerável do orçamento de TI. Embora essenciais ao funcionamento do parque tecnológico, quase sempre existem meios de reduzir o impacto desses custos operacionais na atividade.

Nesse sentido, faça uma análise minuciosa de contratos e da forma como os recursos estão sendo utilizados. É comum encontrar, nesse estágio, possibilidades para revisão de termos contratuais, valores ou mesmo agrupamento de serviços. Outra possibilidade diz respeito à negociação com operadores e fornecedores alternativos que podem oferecer condições mais atrativas sem perda de qualidade.

7. Utilização da nuvem

Já faz tempo que cloud computing deixou de ser um conceito acadêmico para virar realidade nas empresas. Se a sua organização ainda não faz uso desse tipo de funcionalidade, é momento de pensar seriamente na adoção, sob pena de perder espaço em um mercado cada vez mais acirrado.

Um dos benefícios mais visíveis na utilização de serviços na nuvem é, justamente, a redução de custos e otimização da infraestrutura. Com a contratação de serviços sob demanda e eliminação da necessidade de espaço físico, além dos benefícios de segurança, escalabilidade e automação, a cloud computing se mostra como poderosa aliada dos gestores de TI.

De forma geral, a computação em nuvem permite que os gestores adequem a infraestrutura conforme a demanda apresentada, sem perder de vista os aspectos relativos à agilidade e segurança. Naturalmente, face à elevada oferta, é necessário empreender um estudo cuidadoso do mercado a fim de selecionar o provedor mais adequado às necessidades da empresa.

Nesse post, elencamos algumas estratégias que podem ser adotadas na gestão de infraestrutura em TI, de modo a garantir bom desempenho e a certeza de que as demandas dos outros setores estão sendo atendidas. Gostou do texto? Leia também nosso post que fala sobre a importância da escalabilidade na análise de dados.

 

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