Entenda a importância do WAF para o combate ao ciberataque

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O número de ameaças web nunca foi tão grande. Ataques do tipo DDoS, cross-site scripting (também conhecidos como XSS) e SQL injection são apenas alguns dos riscos que empresas possuem ao manter páginas e serviços web ativos.

Justamente por isso, o negócio deve adotar uma série de medidas para atenuar o efeito de um possível ciberataque e, assim, eliminar problemas rapidamente.

Entre as ferramentas de segurança disponíveis no mercado, uma das mais populares é a WAF. Ela monitora conexões para identificar visitantes legítimos e impedir o acesso por robôs ou usuários mal-intencionados. Saiba mais sobre ela e o seu impacto, no nosso post de hoje!

O que é o WAF

WAF é um acrônimo de Web Application Firewall (algo que em português pode ser traduzido como Firewall de Aplicação Web), o WAF pode ser definido como uma ferramenta que monitora todas as conexões realizadas na aplicação, garantindo que somente requisições válidas sejam encaminhadas para o servidor de aplicação.

Analisando diversas características de cada visitante, o WAF consegue identificar robôs e a execução de scripts para explorar possíveis vulnerabilidades do servidor e da aplicação. A sua instalação pode ser feita na forma de um plugin web, appliance, software próprio ou serviço em nuvem.

Como o uso do WAF afeta a empresa

Ano após ano, os ataques cibernéticos ganham força e complexidade. Os objetivos de cada ciberataque podem variar de alvo para alvo. Em alguns casos, o hacker busca capturar informações de terceiros, que podem ser vendidas ou utilizadas para envio de mensagens com SPAM e phishing. Em outros, o objetivo pode ser invadir o sistema interno para extorquir dinheiro em troca da liberação dos recursos.

Como a ameaça pode atingir a infraestrutura do negócio a qualquer momento, é importante que a empresa esteja sempre pronta para se defender. Nesse sentido, o uso de um Web Application Firewall aumenta as chances de o servidor identificar possíveis ataques e bloquear um grande número de ameaças, maximizando a confiabilidade dos serviços web do negócio.

Visitantes reais serão identificados automaticamente. Já qualquer tentativa de ciberataque é travada antes de entrar em contato com os serviços web. Consequentemente, todo o tráfego de entrada (seja ele HTTP ou HTTPS) passará por um rígido sistema de controles personalizáveis.

Todos os bloqueios são feitos em tempo real. Além disso, bots, backdoors e scripts automatizados podem ter a sua tentativa de acesso travada automaticamente. Assim, a empresa garante a disponibilidade de seus sites e serviços web continuamente.

O WAF também pode emitir alertas automaticamente sempre que uma nova ameaça for detectada. Dessa forma, o gestor de TI consegue identificar vulnerabilidades e pontos das suas políticas de segurança digital que necessitam de melhoria.

Por ser uma ferramenta flexível, o WAF pode ser configurado de acordo com o perfil do negócio. Os parâmetros de segurança serão modificados para diminuir o número de falsos positivos e programar regras para sistemas específicos. Em alguns casos, até mesmo a quantidade de requisições feitas por segundo pode ser limitada.

Isso garante ao gestor de TI total controle sobre sobre a segurança de suas aplicações. Consequentemente, a empresa pode manter dados de clientes, seus serviços e projetos internos a salvo de terceiros. Ao mesmo tempo, os prejuízos causados por ataques de sucesso são evitados.

Tornando sistemas e páginas web mais seguros

Ataques cibernéticos são um problema constante para quem trabalha com tecnologia. O número de ameaças é amplo, assim como a sua complexidade. Nesse cenário, o gestor de TI deve se preparar para proteger os seus usuários e manter toda a sua infraestrutura protegida.

Internamente, as políticas de segurança devem restringir o acesso a recursos sensíveis, evitar a execução de softwares maliciosos e remoção de arquivos importantes. Isso pode ser feito com um controle rígido sobre as permissões de usuários, um bom sistema de bloqueio contra SPAM e ferramentas de monitoramento contra vírus. Assim, o ambiente interno será sólido e confiável.

Externamente, a companhia deve garantir que as suas páginas e serviços web estejam protegidas contra uma série de ameaças. Ataques DDoS, por exemplo, impedem o acesso a páginas, reduzindo as chances de o negócio atingir novos clientes. Já as SQL injections exploram falhas em bancos de dados para capturar informações de clientes e da própria empresa.

Políticas de segurança de dados e privacidade sólida tornaram-se fundamentais para empreendimentos modernos. Hoje, usuários exigem que os seus prestadores de serviço consigam armazenar registros em ambientes confiáveis e longe dos olhos de terceiros. Essa é uma preocupação que não é nova, mas que tem ganhado destaque diante dos ataques frequentes que divulgaram informações de usuários de serviços como o LinkedIn e Yahoo Mail.

Nesse cenário, o investimento em ferramentas como o Web Application Firewall pode ser visto como um fator estratégico para empresas que possuem serviços web. Ele garante que o negócio consiga proteger informações de terceiros contra ataques. Além disso, coloca a empresa em destaque na frente de seus concorrentes.

Quando empresas compreendem como os seus clientes se relacionam com as suas plataformas e os riscos aos quais ela está exposta, a sua infraestrutura de TIpode ser otimizada com precisão. Novas soluções serão implementadas e a construção de páginas web será feita a partir de um padrão de segurança sólido e robusto.

Por fim, a sua estratégia de segurança digital passará por melhorias contínuas graças ao uso de sistemas de monitoramento como o WAF. Consequentemente, a proteção contra ataques cibernéticos será feita por meio de uma estratégia de maior impacto, que garante a capacidade de manter serviços funcionando continuamente mesmo após múltiplos ataques.

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