Disaster recovery plan para conquistar clientes

em Soluções.

O ciclo de desenvolvimento de um novo produto ou serviço, da idealização do projeto ao pós-venda, tem por objetivo suprir as necessidades dos mais exigentes consumidores. Atrair, engajar e conquistar um novo cliente é um longo e custoso processo que pode ser desperdiçado pela perda de informações. Por esse motivo, para além da segurança da informação, tópico crítico para todas as organizações, contar com um disaster recovery plan – ou plano de recuperação de desastres – é fundamental para empresas que almejam solidez e, sobretudo, reter e fidelizar consumidores.

Alguns problemas na área de TI não trazem mais do que pequenos aborrecimentos para usuários. No entanto, para empresas, uma queda brusca de energia, um episódio de inoperância intermitente ou a perda de dados pode acarretar em prejuízos incalculáveis às finanças ou à imagem. Nenhuma organização está imune a essas e outras falhas, que podem ocorrer a qualquer momento.

A boa notícia é que, com um bom disaster recovery plan, a maioria dos problemas que prejudicam a infraestrutura de TI pode ser prevenida. Na pior das hipóteses, o ambiente é recuperado com agilidade e os prejuízos, minimizados. Nós já falamos sobre a importância de uma empresa ter um disaster recovery plan em um post anterior.

Prevenção de problemas e prejuízos

Planejamento para evitar e recuperar desastres se tornou uma prática fundamental para a maioria das organizações em todo mundo, como mostra uma recente pesquisa conduzida pelo Gartner. Os dados de 2017 mostram que até 80% das empresas consultadas reportaram, nos últimos dois anos, pelo menos um incidente que exigiu colocar em prática um disaster recovery plan.

O estudo também evidencia como são ambiciosos esses planos: 37% dos entrevistados elaboraram disaster recovery plans com o objetivo de restaurar os processos críticos em até 60 minutos. 34% afirmaram, inclusive, usar ferramentas e aplicações específicas para recuperar desastres ocorridos na infraestrutura de TI.

Outra enquete, realizada pela empresa Zetta com mais de 400 profissionais de TI, traz mais números relevantes: segundo 67% dos entrevistados, uma ocasião de inoperância ou queda nos sistemas representaria uma perda de 20 a 100 mil dólares por dia. O levantamento também apontou os principais incidentes contra os quais as empresas precisaram lançar mão de um disaster recovery plan: queda de energia (75%); falha de hardware (52%); falha humana (35%); infecção por vírus ou malware (34%), desastre natural (20%).

Os problemas listados, em sua maioria, são aparentemente pequenos e comuns, mas podem trazer danos incalculáveis à sua empresa.

Mais segurança, economia e satisfação

Com o aumento crescente da competitividade, os consumidores exigem mais do que excelentes produtos e serviços – querem marcas nas quais possam confiar. Logo, aumenta também a importância de assegurar a integridade dos dados e evitar que eles se percam, sejam adulterados ou danificados. Assim, além de trazer segurança para o ambiente de TI, um bom disaster recovery plan colabora para deixar clientes mais satisfeitos e evita danos à reputação da empresa.

Outro notável benefício é o custo: os gastos com a concepção e aplicação de um disaster recovery plan são, sem dúvida, menores do que aqueles necessários para reter clientes. E nem sempre isso é possível: em cenários drásticos, como a perda irremediável de informações, reconquistar a confiança perdida do consumidor é quase improvável.

Logo, um disaster recovery plan pode ser parte fundamental da estratégia de retenção e conquista de clientes, além de tornar sua marca ainda mais sólida. Para tanto, é importante firmar uma parceria com quem tem infraestrutura e ofereça suporte em todas as etapas, desde a criação até a execução do plano de recuperação de desastres.

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